Cases

Inovação que nasceu no Parque

Separador Submarino Água-Óleo

A multinacional FMC Technologies produziu um sistema pioneiro: o Separador Submarino Água-Óleo (SSAO), em operação no campo de Marlim Sul (um dos maiores produtores de petróleo do Brasil). O equipamento – único no mundo em operação – permite a separação do óleo da água e da areia que vêm misturados durante a extração.

Boia que registra dados meteoceanográficos em tempo real

A empresa Ambidados, companhia de médio porte instalada no Parque, desenvolveu a Boia Meteoceanográfica, utilizada para aquisição de dados em tempo real em qualquer lugar do oceano, coletando os dados relativos à oceanografia com fins a auxiliar o mercado offshore com informações altamente confiáveis.



Inovação que nasceu na Incubadora

Células tronco para uso veterinário

Imagine que seu cachorro sofra de alguma lesão crônica incapacitante, que ele não consiga mais andar e que sinta muita dor. Isso pode acontecer por uma lesão na medula espinhal ou hérnia de disco.

A Cellen, empresa residente da Incubadora, é a primeira empresa do Rio de Janeiro a estabelecer um banco de células-tronco para o tratamento de animais. Para quem não sabe, essas células possuem potencial de se diferenciar em outras células e produzir fatores que podem possibilitar a regeneração dos diferentes órgãos e tecidos para os quais são transplantadas.

Assim, lesões de animais que antes eram vistas como crônicas e até mesmo incuráveis, passaram a ter uma nova alternativa de tratamento e com esperança de recuperação. E o melhor, este tratamento é seguro e não precisa de cirurgia.

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Monitoramento do solo e de rochas

Hoje, as grandes cidades dependem do funcionamento eficiente de corredores expressos como túneis, viadutos e pontes. Esses corredores precisam ser regularmente avaliados para se diagnosticarem possíveis problemas, além de evitar que a mobilidade urbana seja prejudicada.

Uma das empresas recém-graduadas da Incubadora, a Geovoxel Consultoria em Engenharia Ltda, fornece esse diagnóstico para o mercado de forma rápida e economicamente viável. A partir da metodologia georadar, uma espécie de raio-x das estruturas, a empresa obtém informações como grau de coesão, permeabilidade e porosidade do concreto sem precisar interromper as vias e sem acarretar danos a elas.

O diferencial da empresa é que ela fornece essas informações de forma rápida e pode mapear quilômetros de vias em apenas um dia. Além disso, ela permite que o cliente receba esses dados em um aplicativo no próprio celular.

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Sensores inteligentes para processos industriais

Imagine que operar um processo industrial seja como dirigir um carro e que o operador do processo tenha papel semelhante ao do motorista. Assim como o carro, o processo também possui sensores que auxiliam na sua condução.

O problema é que, muitas vezes, os operadores não fazem o uso desses sensores ou os utilizam de forma parcial. Nos carros mais modernos, há informações sobre quantos quilômetros ainda é possível dirigir sem realizar o abastecimento ou qual a melhor rota para um determinado destino. Nos processos industriais, isso ainda não é possível.

A proposta da OptimaTech, empresa residente da Incubadora, é transformar esses processos em carros modernos. A startup disponibiliza aos operadores as informações dos sensores de forma inteligente e em tempo real, por meio de uma plataforma web. Toda a operação e manutenção do processo passa a ser então conduzida com base em informações atuais e cálculos de engenharia, que originam índices de desempenho, alarmes e recomendações que permitem que os operadores dirijam o processo de forma simples, segura e eficiente.

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Aplicativo para auxiliar na limpeza urbana

Nos últimos meses, a população brasileira tem vivenciado o aumento do número de casos de doenças transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti. Com esta situação, as prefeituras municipais estão buscando alternativas diretas para solucionar esta epidemia e combater a proliferação do mosquito.

A Lemobs, empresa residente da Incubadora, desenvolveu um aplicativo que poderá auxiliar os gestores públicos a combater os focos do mosquito. A startup criou o SIGELU ZikaZero, um sistema que pode ser usado pelo celular ou tablet e visa otimizar o trabalho dos agentes de saúde.

A ideia é que, através do aplicativo, o agente possa catalogar os domicílios que possuem focos do mosquito e transmitir todas as informações, como fotos e dados obtidos por GPS, para a central de operações da prefeitura. Além disso, caso seja necessário, o aplicativo estará interligado a uma impressora portátil que poderá imprimir uma notificação para o morador da residência.

Saiba mais sobre a Lemobs no site da empresa.

Simulações de fluidodinâmica

Quando houve o desastre ambiental na cidade de Mariana, no qual a barragem de uma mineradora foi rompida, uma onda de lama devastou a região. Isso poderia ter sido menos impactante para a população se simulações de escoamento fossem feitas de forma remota e preventiva.

A Wikki Brasil, empresa residente da Incubadora desde 2012, domina uma tecnologia chamada CFD, baseada em fluidodinâmica computacional. Como assim? Basicamente, eles podem fazer cálculos e simulações em computador sobre tudo que envolva fluidos, ou seja, líquidos e gases. Essa metodologia CFD pode ser aplicada em várias áreas como extração de petróleo, setor automobilístico, aviação e muitas outras.

Diferentemente das outras empresas do setor, que vendem esta tecnologia de forma genérica através de licenças, a Wikki, além de prestar consultoria na área, capacita empresas e pessoas, a partir de um software livre, a acessar a metodologia! A ideia é customizar essa ferramenta livre para a demanda específica do cliente e capacitá-lo para que ele mesmo possa operá-la.

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Monitoramento de processos através de radiotraçadores

Você sabia que existe uma tecnologia que permite “enxergar” o interior de um tanque de tratamento de esgoto e descobrir se o efluente (esgotos, gases) que está sendo liberado está de acordo com as normas ambientais?

A Atomum, empresa que entrou na Incubadora em 2015, desenvolveu esta tecnologia para realização de inspeções em equipamentos industriais. Além de centrais tratamento de esgoto, a empresa também trabalha nos setores de mineração, produção de cimento, siderurgia e localização de pontos de vazamento em dutos.

Colocando uma pequena quantidade de um traçador, elemento radioativo, dentro do equipamento industrial, é possível avaliar em tempo real todo o processo deste equipamento. Essa técnica não representa risco e não provoca danos ou contaminação ao processo e ao meio ambiente.

Internet de qualidade e em alta velocidade

Aquele que nunca teve problema com internet em casa que atire a primeira pedra. Dependendo do lugar onde você mora, a banda larga que chega até a sua casa não tem muita qualidade ou possui uma velocidade muita baixa.

A Open Labs, empresa instalada na Incubadora desde 2015, está desenvolvendo um equipamento chamado VFAST, que permitirá que a banda larga chegue a qualquer lugar com qualidade. Para tanto, irão utilizar as fibras óticas já instaladas nas ruas somadas ao par metálico, usado geralmente para telefone e que a maioria das pessoas já possui em casa.

Além disso, a empresa está desenvolvendo outros dois projetos. Um deles consiste em um equipamento, o NCRM, que consegue agregar várias tecnologias de transmissão para facilitar o trabalho das operadoras em atender seus clientes, com FTTx, DTH (TV por satélite) e DTT (TV terrestre digital). E o outro projeto, o NETWIN, é uma plataforma de gestão georreferenciada de equipamentos e serviços de redes de telecomunicação.

Robótica para alcançar locais de difícil acesso

Existem lugares e regiões extremas no mundo onde o ser humano não consegue chegar, seja por colocarem sua integridade física em risco ou pelas condições climáticas do ambiente. Para isso, são desenvolvidos robôs e ferramentas que podem realizar operações nessas áreas sem a presença de uma pessoa no local.

Uma das empresas residentes da Incubadora, a Ativatec, é especializada na produção de equipamentos operados por robôs que atuam em locais como o fundo do mar. Na maioria das vezes, eles são utilizados na manutenção de plataformas de petróleo submarinas.

A Ativatec também está desenvolvendo para a Petrobras um robô batizado de “Chico Mendes”. Além de navegar de forma autônoma, o “Chico” tem a capacidade de se locomover na água, na lama, na areia e no manguezal. Ele será utilizado em pesquisas na região amazônica e possui sensores que podem medir a qualidade do ambiente.

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Simuladores de equipamentos subsea

Em tempos de crise, especialmente no mercado mundial de petróleo e gás, as empresas buscam inovações capazes de aumentar a eficiência das suas operações e reduzir custos. Uma dessas inovações é a simulação virtual dos processos que viabilizam a produção do petróleo.

A TR Subsea, empresa que entrou na Incubadora em 2015, é a startup brasileira pioneira no desenvolvimento de simuladores virtuais subsea. Estes simuladores fazem com que determinadas operações e equipamentos, que são utilizados no fundo do mar, sejam testados em condições reais de operação antes de irem para o campo.

O uso desses simuladores cresce a cada ano pois eles fazem com que as empresas validem conceitos de projeto, capacitem os seus profissionais, aumentem a eficiência dos processos e o mais importante, reduzam os riscos e os custos das operações.

Inspeção de caldeiras através de robôs

As usinas termoelétricas utilizam grandes caldeiras para geração de energia. Essas caldeiras, onde um gás quente é injetado para geração de vapor, necessitam frequentemente de inspeção. Mas estas inspeções são muito perigosas por precisarem de alpinistas, além de interromperem a própria produção.

A GT2, empresa recém-chegada à Incubadora, desenvolveu um robô que vai revolucionar a inspeção em caldeiras. Ele é capaz de realizar a inspeção sem necessitar do uso de alpinistas, suportando uma temperatura equivalente a 80 °C.

Isso é muito importante para as termoelétricas, pois antes elas precisavam paralisar a produção por no mínimo três dias para que a caldeira esfriasse e um homem pudesse entrar nela. Agora, utilizando a tecnologia da GT2, é preciso paralisá-la apenas por um dia, evitando maiores prejuízos e diminuindo o tempo de espera de esfriamento.

Quer conhecer melhor o robô da GT2? Acesse o site da empresa.

Enxertos ósseos que estimulam a formação do osso com mais rapidez

Em certos casos, quando uma pessoa precisa realizar um implante dentário, é necessário colocar um enxerto ósseo. Esse enxerto ajuda a aumentar a quantidade de osso para sustentar o implante. O problema é que o tempo de espera é grande entre a formação do osso e aplicação do implante, podendo durar mais de seis meses.

A Biorepair, startup da Incubadora, desenvolveu um enxerto sintético, que possibilita que o osso se forme mais rápido, reduzindo o tempo de espera para quatro meses. Existem outros tipos de enxertos, que vêm da retirada de uma parte do osso do próprio paciente ou de cadáveres e animais mortos. Já a Biorepair produz esse material em laboratório.

A principal vantagem do produto da empresa é que ele estimula a formação de osso mais rapidamente em relação aos produtos que estão no mercado e a um preço competitivo porque sua produção é feita em grande escala, barateando o custo final.

Monitoramento de corrosão através de sensores

Imagine um carro que nunca para e que a única maneira de fazer seus reparos, manutenção e avaliação é com ele andando. Impossível de imaginar, certo? Porém, é isso que ocorre em plantas industriais como FPSOs, plataformas, refinarias e sistemas de dutos. Alguns procedimentos e sistemas nunca param. Então, como saber se esses equipamentos estão funcionando bem?

A Vidya, nossa empresa residente desde 2013, trabalha com o monitoramento da corrosão, que é a deterioração de materiais através de ações químicas e é uma das principais causas de falhas e necessidades de manutenção nas plantas industriais. A tarefa da Vidya é acompanhar a taxa de corrosão dos equipamentos, avaliar a integridade deles e propor soluções.

O monitoramento é feito por sensores que são instalados nestes equipamentos, gerando dados que serão compilados e avaliarão a integridade desses sistemas. A Vidya é umas das empresas pioneiras no Brasil em trabalhar com todo esse processo de monitoramento, desde a execução até a avaliação de integridade dos ativos.

Quer saber mais sobre a Vidya? Acesse o site da empresa.

Material inovador para construção civil

Os materiais cerâmicos, como tijolos e telhas, empregados nas construções desde os egípcios há 5 mil anos, seguem sendo sinônimo de casas sólidas até hoje. O problema é que as construções, com uso de tijolos, demandam um uso intensivo de mão-de-obra, que pode ser lenta e cara.

E se fosse possível fazer um painel cerâmico com área equivalente a 80 tijolos tão leve que uma só pessoa fosse capaz de levantar e colocar com facilidade? O protótipo desse painel já existe. A Vikatech, empresa graduada da Incubadora, desenvolveu o Vikaflex, “o tijolo do século XXI”.

Um painel cerâmico resistente, impermeável, isolante termoacústico e incombustível desenvolvido a partir da estrutura mineralógica do xisto, descartado do processo de extração de óleo e gás realizado pela Petrobras em São Mateus do Sul, Paraná. Ou seja, além de ser um produto inovador, segue também um viés sustentável.

Gostou do Vikaflex? Conheça mais o produto neste vídeo.

Tecnologia traça origem de escapes naturais de petróleo

Frequentemente a natureza nos dá pistas de onde se encontram grandes reservas de petróleo: o óleo escapa naturalmente no fundo oceânico, sobe e forma uma mancha na superfície do mar. O problema é que devido as correntes marinhas e ao vento, essas manchas, geralmente, estão a dezenas de quilômetros de distância da origem do escape.

A OilFinder, graduada da Incubadora, desenvolveu uma tecnologia capaz de traçar a trajetória percorrida pelas manchas de óleo detectadas na superfície até chegar em sua origem no fundo do mar. Esta simulação é feita em laboratório usando a modelagem inversa, tecnologia desenvolvida pela empresa. Sabe o que isso significa na prática?

Saber a localização exata dos escapes naturais reduz significativamente o risco de se perfurar um poço seco (recente estudo apontou uma redução de 27%). Utilizando satélites e simuladores computacionais, a modelagem inversa reconstrói o cenário oceânico do dia em que determinada mancha de petróleo foi detectada na superfície do mar. Ou seja, se a mancha foi vista em 8 de abril de 1994, a OilFinder consegue simular a circulação oceânica dessa data, voltando no tempo até chegar na origem do petróleo.

Se interessou pelos serviços da Oilfinder? Acesse o site da empresa.

 

Drenagem urbana sustentável

Quando um determinado terreno está próximo de um rio e é usado para a construção de um empreendimento, este local tem grandes riscos de sofrer inundações. Agora, o que pode ser feito para evitá-las?

A AquaFluxus, graduada da Incubadora e hoje no Parque, presta serviços nas áreas de drenagem urbana e recursos hídricos. Através do software MODCEL (Modelo de Células de Escoamento), a empresa consegue mapear e propor medidas de controle das inundações com precisão.

Além disso, outros serviços prestados pela startup são a drenagem sustentável e a racionalização de água. A drenagem sustentável nada mais é do que a redução do impacto das construções no sistema hídrico local e isso pode ser feito através da implantação de pavimentos permeáveis e reservatórios de lotes.

Quer conhecer melhor a Aquafluxus? Acesse o site da empresa.

Mapeamento e análise de dados geofísicos

Não é uma tarefa fácil extrair petróleo do fundo do mar. Antes da perfuração, existe todo um trabalho de viabilidade e análise das condições do ambiente que será perfurado. Agora, como as grandes petroleiras sabem com precisão o comportamento do subsolo onde o petróleo está inserido?

A Petrec, startup da Incubadora, trabalha com o processamento e interpretação de diferentes dados geofísicos, que nada mais é do que o mapeamento desse ambiente. No método sísmico, por exemplo, as empresas de aquisição de dados emitem ondas sonoras que se propagam para o interior da Terra e refletem em cada interface geológica.

Assim, toda vez que a rocha muda de característica, parte da onda reflete na superfície. Esse retorno é captado por sensores que podem estar na terra ou no fundo do mar. A Petrec processa esses dados e organiza essas imagens (reflexões), de forma que o geólogo possa entender toda a geologia dessa superfície.

A empresa também trabalha com petrofísica computacional – área nova dentro do mercado de óleo e gás. A partir de tecnologia avançada de petrofísica computacional, a Petrec realiza uma série de processamentos e simulações em modelos 3D Digitais, para oferecer uma análise não destrutiva, rápida e única das propriedades da rocha. Através da plataforma “Rocklab digital” a Petrec oferece essas análises a empresas operadoras de petróleo, assim como para o mercado de mineração, universidades e agências reguladoras.

Quer saber mais sobre a Petrec? Acesse o site da empresa.

Análise de dados e integração de sistemas

Com a popularização da internet e das redes sociais, vivemos em um mundo com um volume gigantesco de informações que são geradas a todo momento. A questão é: como identificar e extrair conteúdo de relevância para ajudar o seu negócio?

A Twist, startup da Incubadora desde 2012, é uma das primeiras empresas brasileiras a desenvolver uma tecnologia de integração de sistemas capaz de capturar todas as informações de diferentes mídias e classificá-las em assuntos e identificar quem foi mencionado.

Em setembro, a empresa monitorou o Rock in Rio, capturando quase 1 milhão de tweets e mais de 4 mil notícias durante as duas semanas do evento. Foi possível apontar quais postagens foram feitas por pessoas presentes no evento e identificar e possibilitar ações rápidas em situações de crise. Todos esses dados são consolidados e disponibilizados em tempo real através de uma plataforma web.

Que conhecer mais a Twist? Acesse o site da empresa.

Impressão 3D

Sabe quando sua geladeira pifa e você tem que trocar alguma pecinha dela? Geralmente, essa peça é quase impossível de se achar. Porém, você sabia que pode produzir essa peça sem ter que sair de casa? Tudo isso graças à impressora 3D.

A Koios impressão 3D é uma das primeiras empresas do Brasil a fabricar e comercializar impressoras 3D com tecnologia 100% nacional e preço acessível. Mas, o que são impressoras 3D?

São impressoras que conseguem imprimir qualquer tipo de coisa em qualquer formato tridimensional. Elas conseguem imprimir desde um botão de uma camisa até o motor de um carro. O material utilizado na impressão na maioria das vezes é plástico e para imprimir um objeto basta projetá-lo no computador.

Quer saber mais sobre a Koios e a impressora 3D? Acesse o site da empresa.

Geração de energia elétrica através da luz do Sol

A conta de luz é um gasto que pode pesar bastante no orçamento de famílias e empresas.

A EDB Renováveis, empresa da Incubadora de Empresas da Coppe/UFRJ, trabalha justamente na busca da solução deste problema. Dependendo do volume de consumo de uma residência, a EDB consegue reduzir a conta de luz em até 90%. Como?

A empresa desenvolve projetos de instalação de painéis solares fotovoltaicos que geram energia elétrica através da luz do Sol. Desta forma, o consumidor pode chegar a pagar apenas a tarifa mínima da distribuidora.

Conheça mais sobre a EDB no site da empresa.

Calculadora personalizada para estimativa de custo de projetos imobiliários

 

O custo para levantar um prédio é uma incógnita para construtoras na fase de estudo de viabilidade do empreendimento, quando o projeto é ainda pouco detalhado. Será que o custo do metro quadrado que estou considerando é o correto? Posso usar o custo de outras obras similares como referência? Essas perguntas já podem ser respondidas.

A CUG, residente da Incubadora de Empresas da Coppe/UFRJ, desenvolveu uma metodologia inovadora que usa modelos estatísticos e variáveis geométricas que dão a estimativa de custo precisa de uma construção.

Ela entrega uma calculadora personalizada para a empresa que contém uma análise de todas as construções que já foram feitas e faz as projeções para a construção pretendida. Assim, basta o analista entrar com as informações preliminares do projeto para conhecer o custo daquela construção. Eles estão acertando em cheio.

Gostou da ideia e quer saber mais sobre a CUG? Acesse o site da empresa.

Realidade aumentada aplicada a projetos de engenharia e à cultura

Quando fazemos uma obra em casa, não temos a menor ideia se aquele quebra-quebra todo pode atingir algum cano e atrasar todo o calendário. Certo? Não mais!

A Engset-NAV, uma de nossas empresas residentes, desenvolveu uma tecnologia pioneira de realidade aumentada que permite, por exemplo, que enxerguemos em tempo real e na forma 3D toda a estrutura interna de um prédio.

E essa tecnologia pode ser aplicada não somente para obras civis. Já imaginou ir a um museu, apontar seu smartphone para uma obra de arte e poder interagir com a obra, vendo vídeos e curiosidades sobre a história da peça e imagens de seu autor? Com os serviços da Engset, isso é possível.

Ficou interessado em saber mais da Engset? Acesse o site.

Tecnologia de comunicação para estruturas submarinas

Wi-fi submarino. Você imaginaria que isso existisse um dia? Pois para quem trabalha no mercado de exploração de petróleo, a transmissão de dados e o monitoramento a centenas de metros de profundidade serão uma realidade em breve.

A EasySubsea, startup residente da Incubadora, é a primeira empresa brasileira a desenvolver tecnologias de comunicação sem fio para o ambiente submarino. Basicamente, o dispositivo da empresa (easyComm), que é instalado nos poços de petróleo, consegue fornecer informações como temperatura e pressão dos poços para as grandes companhias do setor de óleo e gás.

Esse monitoramento pode ser feito com ou sem fios. No segundo, o trabalho é feito como uma espécie de “wi-fi” submarino. As informações são transmitidas através de hidroacústica, tecnologia semelhante a um alto-falante que emite o som (informações) no ambiente submarino para um microfone que capta o som, no caso, esses dados.

Quer saber mais da EasySubsea? Acesse o site da empresa.

Monitoramento de qualidade da internet

Ao contratar um serviço de internet sempre vem aquela dúvida se a velocidade contratada chegará em nossa casa. Ou, em alguns casos, se o que foi comprado é o que realmente está sendo oferecido. Por um lado, clientes insatisfeitos. De outro, as operadoras ainda têm dificuldade no monitoramento de seus serviços.

Uma startup da Incubadora de Empresas da Coppe/UFRJ, a TGR, é uma das pioneiras do Brasil em medir com fidelidade a qualidade das redes de operadoras fixas e móveis. Quer saber como?

Eles desenvolvem dispositivos para aparelhos de internet, roteadores e celulares capazes de informar, em tempo real, o desempenho do provedor. Assim, espera-se que daqui a algum tempo a banda larga brasileira tenha cada vez mais qualidade e que o serviço contratado seja prestado de forma eficiente.

Geração de energia através de ondas que, de quebra, dessaliniza a água

As ondas do mar sempre foram a “casa” de surfistas e amantes de aventura, certo? Agora, você já imaginou que a força dessas ondas pode abastecer a luz de uma residência? Como assim?

A Seahorse, uma startup da Incubadora de Empresas da Coppe/UFRJ voltada para a produção de energia sustentável, desenvolve tecnologias que são capazes de usar a força das ondas para produzir eletricidade. Além disso, essa mesma tecnologia pode retirar o sal da água do mar convertendo-a em água potável (dessalinização).

Estes dispositivos flutuam no mar e usam a pressão das ondas para acionarem geradores de energia que estão acoplados em sua parte interna. Já a dessalinização ocorre através da osmose reversa, processo muito utilizado nos reservatórios para o tratamento da água e que consiste na absorção de sal usando uma membrana semipermeável.

Se quiser conhecer um pouco mais sobre a Seahorse, visite o site da empresa.