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Inovação que nasceu no Parque


Separador Submarino Água-Óleo

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A multinacional FMC Technologies produziu um sistema pioneiro: o Separador Submarino Água-Óleo (SSAO), em operação no campo de Marlim Sul (um dos maiores produtores de petróleo do Brasil). O equipamento – único no mundo em operação – permite a separação do óleo da água e da areia que vêm misturados durante a extração.


Boia que registra dados meteoceanográficos em tempo real

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A empresa Ambidados, companhia de médio porte instalada no Parque, desenvolveu a Boia Meteoceanográfica, utilizada para aquisição de dados em tempo real em qualquer lugar do oceano, coletando os dados relativos à oceanografia com fins a auxiliar o mercado offshore com informações altamente confiáveis.


Cortador de diamante cônico

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A Schlumberger, multinacional da área de óleo e gás que possui um centro de pesquisa no Parque, criou o cortador de diamante cônico (CDE, na sigla em inglês), nova tecnologia que possui maior resistência ao impacto e abrasão em comparação com os cortadores PDC tradicionais. O projeto englobou o desenvolvimento de 5 protótipos de broca utilizando essa tecnologia.

A companhia foi premiada no Prêmio ANP de Inovação Tecnológica 2017 na categoria “Inovação Tecnológica desenvolvida no Brasil por empresa fornecedora brasileira de grande porte do segmento de petróleo, gás natural e biocombustíveis em colaboração com empresa petrolífera”.




Inovação que nasceu na Incubadora


Células tronco para uso veterinário

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Imagine que seu cachorro sofra de alguma lesão crônica incapacitante, que ele não consiga mais andar e que sinta muita dor. Isso pode acontecer por uma lesão na medula espinhal ou hérnia de disco.

A Cellen, empresa residente da Incubadora, é a primeira empresa do Rio de Janeiro a estabelecer um banco de células-tronco para o tratamento de animais. Para quem não sabe, essas células possuem potencial de se diferenciar em outras células e produzir fatores que podem possibilitar a regeneração dos diferentes órgãos e tecidos para os quais são transplantadas.

Assim, lesões de animais que antes eram vistas como crônicas e até mesmo incuráveis, passaram a ter uma nova alternativa de tratamento e com esperança de recuperação. E o melhor, este tratamento é seguro e não precisa de cirurgia.

Curtiu os serviços da Cellen? Entre em contato através do site da empresa.


Monitoramento do solo e de rochas

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Hoje, as grandes cidades dependem do funcionamento eficiente de corredores expressos como túneis, viadutos e pontes. Esses corredores precisam ser regularmente avaliados para se diagnosticarem possíveis problemas, além de evitar que a mobilidade urbana seja prejudicada.

Uma das empresas recém-graduadas da Incubadora, a Geovoxel Consultoria em Engenharia Ltda, fornece esse diagnóstico para o mercado de forma rápida e economicamente viável. A partir da metodologia georadar, uma espécie de raio-x das estruturas, a empresa obtém informações como grau de coesão, permeabilidade e porosidade do concreto sem precisar interromper as vias e sem acarretar danos a elas.

O diferencial da empresa é que ela fornece essas informações de forma rápida e pode mapear quilômetros de vias em apenas um dia. Além disso, ela permite que o cliente receba esses dados em um aplicativo no próprio celular.

Se interessou pelos serviços da Geovoxel? Acesse o site da empresa.


Sensores inteligentes para processos industriais

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Imagine que operar um processo industrial seja como dirigir um carro e que o operador do processo tenha papel semelhante ao do motorista. Assim como o carro, o processo também possui sensores que auxiliam na sua condução.

O problema é que, muitas vezes, os operadores não fazem o uso desses sensores ou os utilizam de forma parcial. Nos carros mais modernos, há informações sobre quantos quilômetros ainda é possível dirigir sem realizar o abastecimento ou qual a melhor rota para um determinado destino. Nos processos industriais, isso ainda não é possível.

A proposta da OptimaTech, empresa residente da Incubadora, é transformar esses processos em carros modernos. A startup disponibiliza aos operadores as informações dos sensores de forma inteligente e em tempo real, por meio de uma plataforma web. Toda a operação e manutenção do processo passa a ser então conduzida com base em informações atuais e cálculos de engenharia, que originam índices de desempenho, alarmes e recomendações que permitem que os operadores dirijam o processo de forma simples, segura e eficiente.

Se interessou pelos serviços da OptimaTech? Acesse o site da empresa.


Aplicativo para auxiliar na limpeza urbana

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Nos últimos meses, a população brasileira tem vivenciado o aumento do número de casos de doenças transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti. Com esta situação, as prefeituras municipais estão buscando alternativas diretas para solucionar esta epidemia e combater a proliferação do mosquito.

A Lemobs, empresa residente da Incubadora, desenvolveu um aplicativo que poderá auxiliar os gestores públicos a combater os focos do mosquito. A startup criou o SIGELU ZikaZero, um sistema que pode ser usado pelo celular ou tablet e visa otimizar o trabalho dos agentes de saúde.

A ideia é que, através do aplicativo, o agente possa catalogar os domicílios que possuem focos do mosquito e transmitir todas as informações, como fotos e dados obtidos por GPS, para a central de operações da prefeitura. Além disso, caso seja necessário, o aplicativo estará interligado a uma impressora portátil que poderá imprimir uma notificação para o morador da residência.

Saiba mais sobre a Lemobs no site da empresa.


Simulações de fluidodinâmica

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Quando houve o desastre ambiental na cidade de Mariana, no qual a barragem de uma mineradora foi rompida, uma onda de lama devastou a região. Isso poderia ter sido menos impactante para a população se simulações de escoamento fossem feitas de forma remota e preventiva.

A Wikki Brasil, empresa residente da Incubadora desde 2012, domina uma tecnologia chamada CFD, baseada em fluidodinâmica computacional. Como assim? Basicamente, eles podem fazer cálculos e simulações em computador sobre tudo que envolva fluidos, ou seja, líquidos e gases. Essa metodologia CFD pode ser aplicada em várias áreas como extração de petróleo, setor automobilístico, aviação e muitas outras.

Diferentemente das outras empresas do setor, que vendem esta tecnologia de forma genérica através de licenças, a Wikki, além de prestar consultoria na área, capacita empresas e pessoas, a partir de um software livre, a acessar a metodologia! A ideia é customizar essa ferramenta livre para a demanda específica do cliente e capacitá-lo para que ele mesmo possa operá-la.

Se interessou pelos serviços da Wikki? Acesse o site da empresa.”


Monitoramento de processos através de radiotraçadores

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Você sabia que existe uma tecnologia que permite “enxergar” o interior de um tanque de tratamento de esgoto e descobrir se o efluente (esgotos, gases) que está sendo liberado está de acordo com as normas ambientais?

A Atomum, empresa que entrou na Incubadora em 2015, desenvolveu esta tecnologia para realização de inspeções em equipamentos industriais. Além de centrais tratamento de esgoto, a empresa também trabalha nos setores de mineração, produção de cimento, siderurgia e localização de pontos de vazamento em dutos.

Colocando uma pequena quantidade de um traçador, elemento radioativo, dentro do equipamento industrial, é possível avaliar em tempo real todo o processo deste equipamento. Essa técnica não representa risco e não provoca danos ou contaminação ao processo e ao meio ambiente.


Internet de qualidade e em alta velocidade

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Aquele que nunca teve problema com internet em casa que atire a primeira pedra. Dependendo do lugar onde você mora, a banda larga que chega até a sua casa não tem muita qualidade ou possui uma velocidade muita baixa.

A Open Labs, empresa instalada na Incubadora desde 2015, está desenvolvendo um equipamento chamado VFAST, que permitirá que a banda larga chegue a qualquer lugar com qualidade. Para tanto, irão utilizar as fibras óticas já instaladas nas ruas somadas ao par metálico, usado geralmente para telefone e que a maioria das pessoas já possui em casa.

Além disso, a empresa está desenvolvendo outros dois projetos. Um deles consiste em um equipamento, o NCRM, que consegue agregar várias tecnologias de transmissão para facilitar o trabalho das operadoras em atender seus clientes, com FTTx, DTH (TV por satélite) e DTT (TV terrestre digital). E o outro projeto, o NETWIN, é uma plataforma de gestão georreferenciada de equipamentos e serviços de redes de telecomunicação.


Robótica para alcançar locais de difícil acesso

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Existem lugares e regiões extremas no mundo onde o ser humano não consegue chegar, seja por colocarem sua integridade física em risco ou pelas condições climáticas do ambiente. Para isso, são desenvolvidos robôs e ferramentas que podem realizar operações nessas áreas sem a presença de uma pessoa no local.

Uma das empresas residentes da Incubadora, a Ativatec, é especializada na produção de equipamentos operados por robôs que atuam em locais como o fundo do mar. Na maioria das vezes, eles são utilizados na manutenção de plataformas de petróleo submarinas.

A Ativatec também está desenvolvendo para a Petrobras um robô batizado de “Chico Mendes”. Além de navegar de forma autônoma, o “Chico” tem a capacidade de se locomover na água, na lama, na areia e no manguezal. Ele será utilizado em pesquisas na região amazônica e possui sensores que podem medir a qualidade do ambiente.

Curtiu a Ativatec? Acesse o site da empresa.


Simuladores de equipamentos subsea

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Em tempos de crise, especialmente no mercado mundial de petróleo e gás, as empresas buscam inovações capazes de aumentar a eficiência das suas operações e reduzir custos. Uma dessas inovações é a simulação virtual dos processos que viabilizam a produção do petróleo.

A TR Subsea, empresa que entrou na Incubadora em 2015, é a startup brasileira pioneira no desenvolvimento de simuladores virtuais subsea. Estes simuladores fazem com que determinadas operações e equipamentos, que são utilizados no fundo do mar, sejam testados em condições reais de operação antes de irem para o campo.

O uso desses simuladores cresce a cada ano pois eles fazem com que as empresas validem conceitos de projeto, capacitem os seus profissionais, aumentem a eficiência dos processos e o mais importante, reduzam os riscos e os custos das operações.


Inspeção de caldeiras através de robôs

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As usinas termoelétricas utilizam grandes caldeiras para geração de energia. Essas caldeiras, onde um gás quente é injetado para geração de vapor, necessitam frequentemente de inspeção. Mas estas inspeções são muito perigosas por precisarem de alpinistas, além de interromperem a própria produção.

A GT2, empresa recém-chegada à Incubadora, desenvolveu um robô que vai revolucionar a inspeção em caldeiras. Ele é capaz de realizar a inspeção sem necessitar do uso de alpinistas, suportando uma temperatura equivalente a 80 °C.

Isso é muito importante para as termoelétricas, pois antes elas precisavam paralisar a produção por no mínimo três dias para que a caldeira esfriasse e um homem pudesse entrar nela. Agora, utilizando a tecnologia da GT2, é preciso paralisá-la apenas por um dia, evitando maiores prejuízos e diminuindo o tempo de espera de esfriamento.

Quer conhecer melhor o robô da GT2? Acesse o site da empresa.


Enxertos ósseos que estimulam a formação do osso com mais rapidez

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Em certos casos, quando uma pessoa precisa realizar um implante dentário, é necessário colocar um enxerto ósseo. Esse enxerto ajuda a aumentar a quantidade de osso para sustentar o implante. O problema é que o tempo de espera é grande entre a formação do osso e aplicação do implante, podendo durar mais de seis meses.

A Biorepair, startup da Incubadora, desenvolveu um enxerto sintético, que possibilita que o osso se forme mais rápido, reduzindo o tempo de espera para quatro meses. Existem outros tipos de enxertos, que vêm da retirada de uma parte do osso do próprio paciente ou de cadáveres e animais mortos. Já a Biorepair produz esse material em laboratório.

A principal vantagem do produto da empresa é que ele estimula a formação de osso mais rapidamente em relação aos produtos que estão no mercado e a um preço competitivo porque sua produção é feita em grande escala, barateando o custo final.


Monitoramento de corrosão através de sensores

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Imagine um carro que nunca para e que a única maneira de fazer seus reparos, manutenção e avaliação é com ele andando. Impossível de imaginar, certo? Porém, é isso que ocorre em plantas industriais como FPSOs, plataformas, refinarias e sistemas de dutos. Alguns procedimentos e sistemas nunca param. Então, como saber se esses equipamentos estão funcionando bem?

A Vidya, nossa empresa residente desde 2013, trabalha com o monitoramento da corrosão, que é a deterioração de materiais através de ações químicas e é uma das principais causas de falhas e necessidades de manutenção nas plantas industriais. A tarefa da Vidya é acompanhar a taxa de corrosão dos equipamentos, avaliar a integridade deles e propor soluções.

O monitoramento é feito por sensores que são instalados nestes equipamentos, gerando dados que serão compilados e avaliarão a integridade desses sistemas. A Vidya é umas das empresas pioneiras no Brasil em trabalhar com todo esse processo de monitoramento, desde a execução até a avaliação de integridade dos ativos.

Quer saber mais sobre a Vidya? Acesse o site da empresa.


Material inovador para construção civil

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Os materiais cerâmicos, como tijolos e telhas, empregados nas construções desde os egípcios há 5 mil anos, seguem sendo sinônimo de casas sólidas até hoje. O problema é que as construções, com uso de tijolos, demandam um uso intensivo de mão-de-obra, que pode ser lenta e cara.

E se fosse possível fazer um painel cerâmico com área equivalente a 80 tijolos tão leve que uma só pessoa fosse capaz de levantar e colocar com facilidade? O protótipo desse painel já existe. A Vikatech, empresa graduada da Incubadora, desenvolveu o Vikaflex, “o tijolo do século XXI”.

Um painel cerâmico resistente, impermeável, isolante termoacústico e incombustível desenvolvido a partir da estrutura mineralógica do xisto, descartado do processo de extração de óleo e gás realizado pela Petrobras em São Mateus do Sul, Paraná. Ou seja, além de ser um produto inovador, segue também um viés sustentável.

Gostou do Vikaflex? Conheça mais o produto neste vídeo.


Tecnologia traça origem de escapes naturais de petróleo

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Frequentemente a natureza nos dá pistas de onde se encontram grandes reservas de petróleo: o óleo escapa naturalmente no fundo oceânico, sobe e forma uma mancha na superfície do mar. O problema é que devido as correntes marinhas e ao vento, essas manchas, geralmente, estão a dezenas de quilômetros de distância da origem do escape.

A OilFinder, graduada da Incubadora, desenvolveu uma tecnologia capaz de traçar a trajetória percorrida pelas manchas de óleo detectadas na superfície até chegar em sua origem no fundo do mar. Esta simulação é feita em laboratório usando a modelagem inversa, tecnologia desenvolvida pela empresa. Sabe o que isso significa na prática?

Saber a localização exata dos escapes naturais reduz significativamente o risco de se perfurar um poço seco (recente estudo apontou uma redução de 27%). Utilizando satélites e simuladores computacionais, a modelagem inversa reconstrói o cenário oceânico do dia em que determinada mancha de petróleo foi detectada na superfície do mar. Ou seja, se a mancha foi vista em 8 de abril de 1994, a OilFinder consegue simular a circulação oceânica dessa data, voltando no tempo até chegar na origem do petróleo.

Se interessou pelos serviços da Oilfinder? Acesse o site da empresa.

 


Drenagem urbana sustentável

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Quando um determinado terreno está próximo de um rio e é usado para a construção de um empreendimento, este local tem grandes riscos de sofrer inundações. Agora, o que pode ser feito para evitá-las?

A AquaFluxus, graduada da Incubadora e hoje no Parque, presta serviços nas áreas de drenagem urbana e recursos hídricos. Através do software MODCEL (Modelo de Células de Escoamento), a empresa consegue mapear e propor medidas de controle das inundações com precisão.

Além disso, outros serviços prestados pela startup são a drenagem sustentável e a racionalização de água. A drenagem sustentável nada mais é do que a redução do impacto das construções no sistema hídrico local e isso pode ser feito através da implantação de pavimentos permeáveis e reservatórios de lotes.

Quer conhecer melhor a Aquafluxus? Acesse o site da empresa.


Mapeamento e análise de dados geofísicos

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Não é uma tarefa fácil extrair petróleo do fundo do mar. Antes da perfuração, existe todo um trabalho de viabilidade e análise das condições do ambiente que será perfurado. Agora, como as grandes petroleiras sabem com precisão o comportamento do subsolo onde o petróleo está inserido?

A Petrec, startup da Incubadora, trabalha com o processamento e interpretação de diferentes dados geofísicos, que nada mais é do que o mapeamento desse ambiente. No método sísmico, por exemplo, as empresas de aquisição de dados emitem ondas sonoras que se propagam para o interior da Terra e refletem em cada interface geológica.

Assim, toda vez que a rocha muda de característica, parte da onda reflete na superfície. Esse retorno é captado por sensores que podem estar na terra ou no fundo do mar. A Petrec processa esses dados e organiza essas imagens (reflexões), de forma que o geólogo possa entender toda a geologia dessa superfície.

A empresa também trabalha com petrofísica computacional – área nova dentro do mercado de óleo e gás. A partir de tecnologia avançada de petrofísica computacional, a Petrec realiza uma série de processamentos e simulações em modelos 3D Digitais, para oferecer uma análise não destrutiva, rápida e única das propriedades da rocha. Através da plataforma “Rocklab digital” a Petrec oferece essas análises a empresas operadoras de petróleo, assim como para o mercado de mineração, universidades e agências reguladoras.

Quer saber mais sobre a Petrec? Acesse o site da empresa.


Análise de dados e integração de sistemas

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Com a popularização da internet e das redes sociais, vivemos em um mundo com um volume gigantesco de informações que são geradas a todo momento. A questão é: como identificar e extrair conteúdo de relevância para ajudar o seu negócio?

A Twist, startup da Incubadora desde 2012, é uma das primeiras empresas brasileiras a desenvolver uma tecnologia de integração de sistemas capaz de capturar todas as informações de diferentes mídias e classificá-las em assuntos e identificar quem foi mencionado.

Em setembro, a empresa monitorou o Rock in Rio, capturando quase 1 milhão de tweets e mais de 4 mil notícias durante as duas semanas do evento. Foi possível apontar quais postagens foram feitas por pessoas presentes no evento e identificar e possibilitar ações rápidas em situações de crise. Todos esses dados são consolidados e disponibilizados em tempo real através de uma plataforma web.

Que conhecer mais a Twist? Acesse o site da empresa.


Impressão 3D

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Sabe quando sua geladeira pifa e você tem que trocar alguma pecinha dela? Geralmente, essa peça é quase impossível de se achar. Porém, você sabia que pode produzir essa peça sem ter que sair de casa? Tudo isso graças à impressora 3D.

A Koios impressão 3D é uma das primeiras empresas do Brasil a fabricar e comercializar impressoras 3D com tecnologia 100% nacional e preço acessível. Mas, o que são impressoras 3D?

São impressoras que conseguem imprimir qualquer tipo de coisa em qualquer formato tridimensional. Elas conseguem imprimir desde um botão de uma camisa até o motor de um carro. O material utilizado na impressão na maioria das vezes é plástico e para imprimir um objeto basta projetá-lo no computador.

Quer saber mais sobre a Koios e a impressora 3D? Acesse o site da empresa.


Geração de energia elétrica através da luz do Sol

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A conta de luz é um gasto que pode pesar bastante no orçamento de famílias e empresas.

A EDB Renováveis, empresa da Incubadora de Empresas da Coppe/UFRJ, trabalha justamente na busca da solução deste problema. Dependendo do volume de consumo de uma residência, a EDB consegue reduzir a conta de luz em até 90%. Como?

A empresa desenvolve projetos de instalação de painéis solares fotovoltaicos que geram energia elétrica através da luz do Sol. Desta forma, o consumidor pode chegar a pagar apenas a tarifa mínima da distribuidora.

Conheça mais sobre a EDB no site da empresa.


Calculadora personalizada para estimativa de custo de projetos imobiliários

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O custo para levantar um prédio é uma incógnita para construtoras na fase de estudo de viabilidade do empreendimento, quando o projeto é ainda pouco detalhado. Será que o custo do metro quadrado que estou considerando é o correto? Posso usar o custo de outras obras similares como referência? Essas perguntas já podem ser respondidas.

A CUG, residente da Incubadora de Empresas da Coppe/UFRJ, desenvolveu uma metodologia inovadora que usa modelos estatísticos e variáveis geométricas que dão a estimativa de custo precisa de uma construção.

Ela entrega uma calculadora personalizada para a empresa que contém uma análise de todas as construções que já foram feitas e faz as projeções para a construção pretendida. Assim, basta o analista entrar com as informações preliminares do projeto para conhecer o custo daquela construção. Eles estão acertando em cheio.

Gostou da ideia e quer saber mais sobre a CUG? Acesse o site da empresa.”


Realidade aumentada aplicada a projetos de engenharia e à cultura

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Quando fazemos uma obra em casa, não temos a menor ideia se aquele quebra-quebra todo pode atingir algum cano e atrasar todo o calendário. Certo? Não mais!

A Engset-NAV, uma de nossas empresas residentes, desenvolveu uma tecnologia pioneira de realidade aumentada que permite, por exemplo, que enxerguemos em tempo real e na forma 3D toda a estrutura interna de um prédio.

E essa tecnologia pode ser aplicada não somente para obras civis. Já imaginou ir a um museu, apontar seu smartphone para uma obra de arte e poder interagir com a obra, vendo vídeos e curiosidades sobre a história da peça e imagens de seu autor? Com os serviços da Engset, isso é possível.

Ficou interessado em saber mais da Engset? Acesse o site.


Tecnologia de comunicação para estruturas submarinas

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Wi-fi submarino. Você imaginaria que isso existisse um dia? Pois para quem trabalha no mercado de exploração de petróleo, a transmissão de dados e o monitoramento a centenas de metros de profundidade serão uma realidade em breve.

A EasySubsea, startup residente da Incubadora, é a primeira empresa brasileira a desenvolver tecnologias de comunicação sem fio para o ambiente submarino. Basicamente, o dispositivo da empresa (easyComm), que é instalado nos poços de petróleo, consegue fornecer informações como temperatura e pressão dos poços para as grandes companhias do setor de óleo e gás.

Esse monitoramento pode ser feito com ou sem fios. No segundo, o trabalho é feito como uma espécie de “wi-fi” submarino. As informações são transmitidas através de hidroacústica, tecnologia semelhante a um alto-falante que emite o som (informações) no ambiente submarino para um microfone que capta o som, no caso, esses dados.

Quer saber mais da EasySubsea? Acesse o site da empresa.


Monitoramento de qualidade da internet

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Ao contratar um serviço de internet sempre vem aquela dúvida se a velocidade contratada chegará em nossa casa. Ou, em alguns casos, se o que foi comprado é o que realmente está sendo oferecido. Por um lado, clientes insatisfeitos. De outro, as operadoras ainda têm dificuldade no monitoramento de seus serviços.

Uma startup da Incubadora de Empresas da Coppe/UFRJ, a TGR, é uma das pioneiras do Brasil em medir com fidelidade a qualidade das redes de operadoras fixas e móveis. Quer saber como?

Eles desenvolvem dispositivos para aparelhos de internet, roteadores e celulares capazes de informar, em tempo real, o desempenho do provedor. Assim, espera-se que daqui a algum tempo a banda larga brasileira tenha cada vez mais qualidade e que o serviço contratado seja prestado de forma eficiente.


Geração de energia através de ondas que, de quebra, dessaliniza a água

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As ondas do mar sempre foram a “casa” de surfistas e amantes de aventura, certo? Agora, você já imaginou que a força dessas ondas pode abastecer a luz de uma residência? Como assim?

A Seahorse, uma startup da Incubadora de Empresas da Coppe/UFRJ voltada para a produção de energia sustentável, desenvolve tecnologias que são capazes de usar a força das ondas para produzir eletricidade. Além disso, essa mesma tecnologia pode retirar o sal da água do mar convertendo-a em água potável (dessalinização).

Estes dispositivos flutuam no mar e usam a pressão das ondas para acionarem geradores de energia que estão acoplados em sua parte interna. Já a dessalinização ocorre através da osmose reversa, processo muito utilizado nos reservatórios para o tratamento da água e que consiste na absorção de sal usando uma membrana semipermeável.

Se quiser conhecer um pouco mais sobre a Seahorse, visite o site da empresa.


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